Bastets

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Ferina e Gatacho, são Bastets vilões da série Dogmons.

Bastets são uma espécie de hominídeos nativa de Canis 2-B. É um povo altamente tecnológico, conseguindo até mesmo construir naves capazes de dobrar o espaço-tempo e construírem trajes compostos por grafeno. Porém ainda assim tem seus costumes um tanto tribais. São organizados em diversas colônias, também chamadas de tribos, onde todas compartilham suas tecnologias e costumes.

Sua expectativa de vida é 120 anos terrestres e sua dieta se assemelha muito à nossa, apesar de serem mais altos que nós. Seu idioma é próprio, mas lembra muito hebraico e o acádio. Apesar de conseguirem se reproduzir sexuadamente, optam por usar ovos-casulos e uma espécie de clonagem.

Linguagem e Cultura

Religião

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Atém é o Deus supremo para os Bastets.

No passado a grande maioria dos habitantes de Canis 2-B eram devotos de uma religião monoteísta que adorava o deus sol Atém, a estrela Sirius A que gira entorno do centro gravitacional do sistema Canis Alfa Majoris, mesmo Canis B sendo o Sol que Canis 2-B orbita a divindade era referente ao objeto mais luminoso do céu, logo Canis A, com o passar dos anos muitos Bastets deixaram de seguir o culto a Atém e se tornaram céticos a respeito de divindades e espiritualidade.

A Guerra Bastet-Dagoniana

Um dos maiores abalos na sociedade Bastet foi uma invasão alienígena conduzida pelos Dagonianos, uma espécie reptóide, que queria extrair os recursos naturais de Canis 2B, então os Bastets iniciaram uma corrida armamentista que durou milhares de anos, até que os Bastets tivessem tecnologia suficiente para acabar com a opressão Dagoniana, nesse período diversas tecnologias surgiram como os robôs que usam energia nuclear, a manipulação genética e a tecnologia de dobra no tempo-espaço.

Os Robôs

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Modelo de robo usado na guerra Bastet-Dagoniana.

Robôs de segurança

Quando os Bastets se viram tendo dificuldades na guerra, veio a necessidade de uma nova criação, e assim nasceram os robôs.
Corpos feitos de uma liga de metal extremamente resistente e leve, são energizados por um micro-reator nuclear que pode até mesmo fazer alguns deles flutuarem.

Possuem também uma IA avançada, com um sistema Semi-senciente, projetados usando a uma rede neural artificial que evolui por meio de um algoritmo evolutivo. Porém, apenas os robôs não foram o suficientes para ajudá-los na guerra, foram necessárias outras criações, como uma bio-arma.

Criação da humanidade

A criação das bio-armas foi um pouco mais complexa que com os robôs. Visto a necessidade de algo com uma maior capacidade adaptativa, eles vagaram por outros planetas, chegando assim, à Terra. Lá, existia uma quantidade enorme de espécies nativas, porém, uma única que foi observado se desenvolver de uma maneira mais rápida que as demais, os Hominídeos.

Estudando-os, os Bastets começaram suas experiências, recombinando seu próprio DNA ao daquelas criaturas, evoluindo-as conforme houvesse a necessidade de adaptação, já que os próprios Bastets não conseguiriam se adaptar àquele planeta e assim, o gênero Homo, foi introduzido no planeta terra, que tinham como função servir como emissários dos Bastets.

Como qualquer estudo, a evolução do gênero Homo gerou tentativa e erro, recombinação de DNA que com o tempo foram descartadas, sempre com o intuito de aprimorar a espécie, até que finalmente eles obtiveram uma combinação satisfatória, algo inteligente, com uma boa capacidade cognitiva e capazes de utilizarem essas habilidades para o fim do qual foram criados.